segunda-feira, 24 de março de 2008

Descubra sua vocação e seja feliz

Por Reinaldo Polito

Há pouco tempo, conversei com meu amigo Flávio Gikovate sobre um tema em que se especializou - felicidade. Achei interessante o que ele me disse sobre como ser feliz a partir da vocação profissional.

Segundo Gikovate, entre outros motivos, é feliz a pessoa que consegue descobrir sua vocação profissional e tem condições de se dedicar a essa atividade. Concordo com ele. Trabalhar com prazer é sinônimo quase perfeito de felicidade.

Por isso, cada um deve perseguir o sonho de encontrar uma profissão pela qual se apaixone e sinta prazer em se dedicar a ela. A realização desse sonho depende de vocação, preparo, oportunidade, sorte e muita dedicação.

De nada adianta se preparar se não existir vocação. A oportunidade talvez nem seja percebida se não houver preparo. A sorte só mostrará sua face diante da oportunidade. A dedicação só será produtiva se a sorte indicar o caminho certo.

Minha história é uma conjugação de todos esses ingredientes. Não planejei ser professor de oratória. Na verdade eu nem sabia da existência dessa atividade até o dia em que o destino me levou à escola do Prof. Oswaldo Melantonio.

Eu tive um amigo que era extremamente tímido - ficava ruborizado só pelo fato de ser apresentado a alguém. Ele sofria muito por ser assim e me confidenciou que gostaria de mudar, de ser diferente, mais desembaraçado e comunicativo.

Procurei um meio de ajudá-lo e descobri que na Rua Bela Cintra, em São Paulo, havia o curso de comunicação verbal do Professor Oswaldo Melantonio. Eu nunca ouvira falar nesse tal professor e no seu curso, mas disseram-me que ele era muito competente.

Em uma quarta-feira à noite fomos assistir a uma aula de apresentação do curso para saber qual era a proposta do professor. Meu amigo gostou da aula, mas não teve coragem de continuar.

Eu, entretanto, que não tinha a mínima intenção de participar de um curso que ensinava a falar em público, fiquei maravilhado com o que presenciei. Nunca na minha vida vira nada igual.

Naquela noite, ao voltar para casa, não consegui dormir, repassei mentalmente cada detalhe daquela experiência - os temas que foram abordados, a atmosfera da sala de aula, a inteligência, a cultura, a competência e o carisma daquele professor.

Foi uma noite que mudou minha vida. Durante muitos anos freqüentei aquela escola como aluno, depois como assistente e posteriormente como professor do curso.

Quando penso no Professor Oswaldo Melantonio, a primeira imagem que me vem à cabeça é a da sua figura sorridente, esfregando as mãos ao entrar pela porta da frente na sala de aula.

Com barba sempre bem-feita, terno impecavelmente passado, camisa branca de colarinho engomado, sapatos lustrosos e bochechas rosadas, reluzentes.

Diante da sua figura, ninguém mais continuava falando, os alunos emudeciam em uma espécie de reverência àquele que tanto admiravam. Sua figura era eloqüente e às vezes eu chegava a pensar que muito desse magnetismo era produzido pelas suas bochechas rosadas, que davam mais vida ainda à sua expressiva fisionomia.

Posso afirmar que o Professor Melantonio era eloqüente o tempo todo - desde os momentos de maior arrebatamento, quando os temas viajavam entre a história, a política e a filosofia, passando pelos momentos mais plácidos (se é que placidez alguma vez esteve presente no seu comportamento), até os instantes em que estava em silêncio, apenas querendo ouvir e observar.

Às vezes o Professor Melantonio parecia ser eloqüente pela voz, em outros momentos pelos gestos, em outros ainda pelo olhar, permanentemente vivos por trás das lentes dos óculos, mas me surpreendia ao notar que sua eloqüência existia ainda no silêncio.

Sua eloqüência estava em cada detalhe da comunicação. Na maneira correta de usar a linguagem, sem afetação. Pelo estilo natural e elevado como se dirigia aos alunos. Falava com alma, com vivacidade. Como ele mesmo dizia - com anima e cuore.

Em época recente, ao visitar nossa escola, do alto dos seus 80 e tantos anos, usou a palavra para falar diante de um público numeroso que lotava o auditório e, com o mesmo sorriso simpático de sempre, como se avisasse que já tinha a platéia na mão, empolgou a todos - com anima e cuore!

Durante todos esses anos ouvindo o Professor Melantonio nunca o vi tratar de um tema pelo qual não estivesse apaixonado. Falava com paixão da esposa Margot, dos quatro filhos, dos pais, dos alunos, do Corinthians, do socialismo e da sua eterna e inseparável amante, a oratória.

Essa era sua pregação às dezenas de milhares de alunos que preparou: - Apaixone-se por uma causa, não importa qual seja, a religião, a política, a família, o trabalho, a educação, enfim, apaixone-se por uma idéia que julgue valer a pena defender.

De todos os méritos do Professor Melantonio, o mais admirável foi sua habilidade em descobrir qualidades nas pessoas. Impressionava ainda mais a maneira como as elogiava. Sempre com sinceridade.

Se alguém pegar carona no meu carro provavelmente irá ouvir um dos CDs com uma aula do Professor Melantonio, que gravei há mais de 30 anos, na época em que trabalhei como professor na sua escola.
Se olhar atentamente na minha biblioteca, encontrará um enorme livro de capa preta, em que encadernei as apostilas do seu curso no período em que fui seu aluno.

Se assistir às minhas aulas, ou às minhas palestras, e já tiver tido algum contato com o mestre, ficará surpreso com a semelhança do estilo e da maneira de falar. Veja nos vídeos que estão no meu site no final do texto.

Sinto orgulho de ser seu discípulo e seguidor do seu trabalho. Tive muita sorte em tomar a iniciativa naquela longínqua quarta-feira de levar meu amigo tímido para conhecer sua escola.

O mestre não me ensinou apenas a falar em público, preparou-me para fazer o que ele mais sabia - me ensinou a ensinar.

Foi o Prof. Melantonio quem propôs meu nome para ser um dos membros titulares da Academia Paulista de Educação. Na minha posse tivemos um momento de grande emoção ao nos abraçar.

Naquela noite, mesmo sem precisar dizer palavras, sabíamos que em algum lugar no tempo o destino havia reservado algumas páginas comuns para a história das nossas vidas.

Espero que você tenha tido a sorte, ou ainda venha a ter, de encontrar uma pessoa que sirva de referência e de estímulo para suas realizações.

Às vezes essa pessoa já existe e não nos damos conta - pode ser uma antiga professora lá do curso primário, um chefe, um amigo, um tio, enfim, alguém que com seu exemplo e orientação nos ajude a pegar o rumo da vida com as mãos firmes e o coração confiante.

Acima de tudo, tomara que, como eu, você encontre a pessoa que o ajude a descobrir sua verdadeira vocação, que lhe sirva de estímulo para que se apaixone por uma atividade. E que você seja feliz, muito feliz com a profissão que abraçar.

SUPERDICAS DA SEMANA
  • Procure uma atividade pela qual possa se apaixonar
  • Prefira fazer o que gosta mesmo que seja para ganhar menos
  • Se você fizer o que gosta, o dinheiro virá naturalmente
  • Quanto mais você conhecer uma atividade, mais gostará dela
  • Encontre uma pessoa em quem possa se inspirar
  • Não desista nunca. Esteja sempre atento às oportunidades
  • → Livros de minha autoria que tratam desse tema: "Como falar corretamente e sem inibições" e "A influência da emoção do orador no processo de conquista dos ouvintes", publicados pela Editora Saraiva

    Reinaldo Polito

    Reinaldo Polito

    é mestre em ciências da comunicação, palestrante e professor de expressão verbal. Escreveu 15 livros que venderam mais de 1 milhão de exemplares

    Site: www.reinaldopolito.com.br
    e-mail: polito@uol.com.br




    Fonte: http://economia.uol.com.br/planodecarreira/artigos/polito/2008/03/24/ult4385u58.jhtm

    domingo, 23 de março de 2008

    Transformação do CEFET-SP em IFET-SP

    O projeto enviado ao MEC pelo CEFET-SP solicitando sua transformação em IFET-SP (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo) está disponível no site do CEFET-SP (clique aqui).

    Leia alguns trechos abaixo:

    O presente documento apresenta a proposta de constituição do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, IFET-SP, mediante a transformação individual do Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo – CEFET-SP.

    (...)

    Quando da conclusão da segunda fase do Plano de Expansão da Educação Profissional e Tecnológica, em desenvolvimento pelo Governo Federal, o IFET-SP contará com 24 campi, localizados em cidades-pólos, distribuídos em todo o estado.

    (...)

    O CEFET-SP, ao longo dos seus 99 anos de existência, conquistou o reconhecimento da sociedade como centro de referência em Educação Profissional e Tecnológica. Esse reconhecimento decorre da excelência e qualidade dos cursos ofertados e da atuação na disseminação das ciências e tecnologias. A transformação para IFET-SP consolida este status, confirmando sua condição de Instituição de Ensino Superior e expandindo sua atuação, em especial, na direção da Formação e Requalificação de Docentes, dos programas de Pós-Graduação e da Pesquisa Tecnológica. Entretanto, esse crescimento significa, sobretudo, um grande reforço à oferta dos cursos técnicos e à formação inicial e continuada de trabalhadores.


    (...)

    Missão

    "Ser agente no processo de formação de cidadãos capacitados e competentes para atuarem em diversas profissões, pesquisas, difusão de conhecimentos e processos que contribuam para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social da nação."

    (...)
    Princípios
    1. Valorização da criatividade, da curiosidade, da inventividade.
    2. Formação do Cidadão Participativo e Crítico.
    3. Desenvolvimento de habilidades relativas ao aprender a aprender e ao ensinar a pensar.
    4. Integração e Inovação.
    5. Flexibilidade e diversidade.
    6. Gestão Democrática e Participativa.
    7. Igualdade de oportunidades e diversidade de tratamento: Respeito às diferenças para promover a igualdade entre os desiguais.
    8. Respeito à autonomia dos valores e das escolhas de cada um.
    9. Valorizar o aprendizado contínuo e o trabalho participativo.
    10. Preservação do Ensino Público de Qualidade.
    11. Valorização do servidor e do Serviço Público.
    12. Pluralismo de idéias e concepções pedagógicas.
    13. Preservação dos princípios do Serviço Público:
    • Legalidade;
    • Impessoalidade;
    • Publicidade - Transparência;
    • Moralidade Administrativa;
    • Eficiência, Eficácia, Efetividade e Economicidade.


    (...)
    Campus Sertãozinho

    Sertãozinho destaca-se como um município com grande potencial econômico decorrente da alta produção de álcool, açúcar e energia, assim como do funcionamento de indústrias de base mecânica, metalúrgica, química e outras. Atualmente destaca-se como um dos municípios que gera maior número de empregos no país. O prédio do Campus Sertãozinho foi concluído no ano de 2007 com área construída de
    3.587,5 m2 num terreno com área total de 48.399,11 m2 . Suas instalações possuem a infra-estrutura necessária para abrigar os cursos técnicos e tecnológicos nas áreas de Mecânica, Automação, Química e Gestão.

    sexta-feira, 21 de março de 2008

    segunda-feira, 17 de março de 2008

    A alternativa dos tecnólogos

    Muitos países adotaram a solução dos cursos profissionalizantes para atender ao mercado com rapidez. No Brasil, o tema ainda é cercado de dúvidas e preconceitos

    ES
     

    Aula prática: governo começa a investir na opção

    O desafio chega à sala de aula e revigora o debate em torno dos cursos profissionalizantes de nível superior. Não chega a surpreender. São de curta duração - e a indústria tem pressa. Preparam para funções específicas - e especialização é palavra de ordem na economia global. "A escola formal não vai dar conta nunca dessa formação. É lenta por natureza, enquanto o mercado tem necessidades mais imediatas", argumenta Ângelo Luiz Cortelazzo, coordenador da Assessoria para Assuntos de Educação Superior (Aesu) do Centro Paula Souza, autarquia do governo estadual paulista e mantenedora das Fatecs.

    Como ele, não são poucos os que defendem que a formação de tecnólogos deve ser privilegiada frente à gradua­ção convencional.

    "Todos os países onde o ensino superior mais cresceu investiram maciçamente nos cursos vocacionais de curta duração. Aqui, caminhamos na contramão, com menos de 2% dos alunos na formação superior profissionalizante, segundo o censo do Inep de 2005", critica Renato Pedrosa, do Departamento de Matemática da Unicamp.

    O pesquisador cruzou dados da OCDE e do IBGE (Pnad) para concluir que a Coréia do Sul aumentou em 410% a participação da população mais jovem no ensino superior (de 25-34 anos sobre a fatia de 55-64 anos). "Cresceu 250% na graduação tradicional e 1.800% nos cursos vocacionais", compara. O mesmo fenômeno aconteceu na Espanha, Japão, França e Chile, enquanto o Brasil cresceu tímidos 13% na população mais jovem, com até 25 anos, e 30% nos últimos dez anos se considerada a faixa estendida, de até 34 anos.

    O estudo também confronta faixas salariais - o tecnólogo com rendimento 24% inferior - e apresenta os índices da OCDE sobre empregabilidade, onde bacharéis e egressos dos cursos de curta duração empatam, com 84%.

    Parecem sobrar argumentos em defesa dos cursos superiores de curta duração. Outra vantagem, sustentam os entusiastas, é que com os mesmos recursos o modelo permite incluir mais alunos se comparado à graduação tradicional. A cada R$ 50 milhões investidos é possível criar dez mil vagas profissionalizantes, por meio de convênios entre o governo federal, estados e prefeituras, estima o pesquisador da Unicamp.

    Mas a questão está longe de traduzir consenso. Para muitos, os cursos tecnológicos são um convite a uma relação de submissão do mundo acadêmico ao mercado de trabalho. Outros sustentam que o preconceito vem do próprio mercado, sob a ótica de que os contratantes ainda preferem um administrador de empresas a um tecnólogo em gestão de planejamento e marketing, visto como profissional de segunda linha. "A expansão dos tecnólogos esbarra em um viés cultural. É um debate que ainda não está sendo atendido pela indústria e esbarra na cultura cartorial e bacharelesca do mundo acadêmico", diz o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub) e reitor da Uerj, Nival Nunes de Almeida.

    No outro extremo, há quem conteste o próprio modelo de formação. "Não vejo lógica em gastar energia com esse tipo de formação aligeirada, que tem a tendência de desprestigiar o profissional", diz César Minto, da Faculdade de Educação da USP e vice-presidente da Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp). "Por que então não melhorar os cursos profissionalizantes de nível médio?", propõe. 

    A defesa de Minto, professor licenciado de Política Educacional, é ancorada na tese de que a educação também tem dívidas a saldar com o ensino médio profissionalizante, uma das estrelas da LDB 5.692/71, abandonado em um processo que recrudesceu nos anos 80. "Não dá para ignorar a pressa da indústria, mas educação é um processo e leva tempo. Se não investirmos na base, teremos novos gargalos pela frente. Como política pública, melhor seria investir na formação básica e na qualidade do ensino médio, enquanto as indústrias, emergencialmente, poderiam abraçar a formação para o mercado", sugere.

    A despeito das polêmicas, a tendência parece apontar para a expansão dos cursos profissionalizantes. O Ministério da Educação definiu as diretrizes para a formação profissionalizante e está induzindo à criação de novos cursos. O próprio governo anunciou investimentos de R$ 3,5 bilhões até 2010 para abrir 200 novos Cefets, os Centros Federais de Educação Tecnológica, além dos 140 existentes.

    Ângelo Luiz, coordenador do Centro Paula Souza: por natureza, escola formal não atende à demanda imediata do mercado

    As Fatecs paulistas pretendem dobrar o número de matrículas nos próximos três anos. Hoje, são a instituição pública que mais oferece vagas: 6.175 a cada semestre. A avaliação é que 92% dos formados estão empregados em até um ano, com média de remuneração de R$ 1,8 mil.

    De olho na expansão do setor, inauguram este ano o curso de Bioenergia Sucroalcooleira, em três novas unidades: Araçatuba, Piracicaba e Jaboticabal, com 80 vagas por semestre e duração de três anos. "É um investimento alto, perto de R$ 2 milhões só em infra-estrutura", diz Cortelazzo. "A maior parte vem do governo do Estado, mas todas as Fatecs têm participação do município", esclarece.

    Mas o esforço promete valer a pena. Pelos cálculos do mercado, há 120 novas usinas em planejamento, algumas já em execução. Estudo do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Estratégico (Nipe) da Unicamp, em conjunto com o MCT, sinaliza que o Brasil deve produzir até 2025 cerca de 205 bilhões de álcool combustível por ano, o suficiente para substituir 10% de toda a gasolina consumida no mundo. A União dos Produtores de Bioenergia (Udop) apóia a iniciativa das Fatecs, que, aos poucos, começam também a contar com o suporte de outros setores da economia. É o caso do curso de Silvicultura, aberto em Capão Bonito, interior paulista, em parceria com a Votorantim; o de Tecnologia em Metalurgia, implantado na Fatec Pindamonhangaba para atender à demanda do parque siderúrgico local, e da Fatec Santo André, na região do ABC, que oferece o curso de Eletrônica - Modalidade Autotrônica, em parceria com as montadoras da região, entre elas Volkswagen, General Motors e Mercedes-Benz. Ainda em 2008, deve receber o apoio da Petrobras para inaugurar na baixada santista cursos na área de petróleo e gás natural.

    Fonte:http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12097


    sábado, 8 de março de 2008

    Trabalho de Informática - 03/2008
    Assunto: Hardware de microcomputadores

    Neste trabalho, cada equipe (com no máximo 4 alunos) deverá pesquisar preços e características de equipamentos de informática.

    Cada equipe deverá obter 3 cotações de preços para dois dos itens abaixo (conforme distribuição feita em sala de aula):

    1. Processador (CPU)
    2. Memória RAM
    3. Unidade de leitura e escrita de DVDs (DVD-RW)
    4. Monitor
    5. Multifuncional (Impressora, Scanner e Copiadora)
    6. Disco rígido
    7. Mouse
    8. Teclado
    9. Placa de rede
    10. Scanner

    Além disso, deverá obter 3 cotações de preços para um computador completo (com teclado, monitor, gabinete com CPU e mouse, pelo menos).

    Portanto, ao todo serão nove cotações de preço.

    Cada cotação deve descrever:
    • Dados da loja (nome, endereço, telefone, nome do vendedor), que deve ser da região de Sertãozinho
    • Características principais do item: marca, modelo e outras informações (que o vendedor fornecer)

    As cotações devem ser apresentadas em forma de tabela.

    Os nomes dos integrantes de cada equipe e os nomes dos itens cotados devem estar no início do trabalho.

    Em caso de dúvida, entrem em contato por email.

    Critério de avaliação:
    • correção das informações
    • riqueza de detalhes
    • boa organização do texto

    Exemplo de cotação:

    Item: Monitor

    LOJA
    CARACTERÍSTICAS
    PREÇO
    SBXY Informática - Rua Fulano de Tal, 565, Sertãozinho - 16 3455-7777 - Vendedor: José da Silva
    Monitor Samsung SyncMaster 732N, LCD, Tela Plana, Colorido, 17 polegadas, 1280x1024 pixels
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    quinta-feira, 6 de março de 2008

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