sábado, 3 de junho de 2017

Atualização: Corrida-Transporte e Calistenia

Tenho corrido bem menos do que corri em 2013. Quando corro, muitas vezes é fazendo Corrida-Transporte. Para quem não sabe, este termo  (que em inglês é Run Commute e em português foi "criado" pelo fotógrafo de corrida Marcos Viana Pinguim) descreve a ideia de usar parte de (ou todo) seu trajeto até algum local (trabalho, escola, supermercado, etc) como seu treino de corrida.

Por exemplo, uma das sedes do meu trabalho fica a 3,7 Km. Algumas vezes vou até lá correndo e de lá vou até a outra sede com a van forncida pela instituição.

Um temo mais geral, também criado pelo Marcos Viana Pinguim, é o Treino-Transporte. O treino-transporte pode ser de caminhada, ciclismo, skate, etc.

É óbvio que a Corrida-Transporte também inclui caminhada pois qualquer treino razoável de corrida pode incluir trechos de caminhada.

Uma das dificuldades da Corrida-Transporte é quando você precisa carregar uma mochila. Mas hoje já me acostumei com isso. Talvez seja ruim para minha postura. Paciência.

Outra dificuldade é o vestuário. Nem sempre dá para fazer Corrida-Transporte com roupa de corrida. Tento fazer com uma roupa de trabalho leve.

Mais uma dificuldade, uma das principais para certas pessoas, é que você sua quando corre.  Uma solução óbvia é tomar banho ao chegar no trabalho mas nem sempre isto é possível. Nem sempre há um chuveiro no seu trabalho (no meu há). Minha solução para isso tem sido fazer trechos curtos e usar a Corrida-Transporte apenas nos dias em que posso trabalhar isolado.

Frio

O frio chegou em Curitiba e isto tem me atrapalhado em outro aspecto: correr de boca fechada. O nariz congestiona, mesmo que pouco, e fica difícil respirar apenas pelo nariz ao correr. Mas eu tento.

Calistenia

Uma outra atividade que dá para fazer nos tempos dedicados a ir/voltar do trabalho é calistenia. Curitiba já tinha algumas poucas estações de ginástica em aço inox e ganhou mais algumas.  Gosto de fazer algo antes ou depois de chegar ao trabalho. Geralmente não passo mais do que 20 minutos lá. Na falta destas estações, os velhos aparelhos de ginástica, as Academias ao Ar Livre e até mesmo árvores servem como base para minha movimentação.

Estação de Ginástica em Inox.
Fonte: http://www.heliowirbiski.com.br/imgs/GIgrxQSL.jpg



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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Outono de 2017














quarta-feira, 29 de março de 2017

Relato do Jeferson

Já falei sobre o Jeferson algumas vezes aqui. Ele me enviou o relato abaixo:

Caro amigo, li, mesmo que atrasado seu excelente post sobre, A Situação do Minimalismo e da Corrida Descalça, e por este motivo resolvi escrever sobre minhas últimas experiências.

Durante o ano de 2016 fiz 80% dos meus treinos descalço, com pouca quilometragem e baixa intensidade, e poucas provas. A maior experiência foi quando em novembro recebi um e-mail da Maratona de Curitiba avisando que era a última semana e, por impulso, me inscrevi mesmo sem ter “treinado”. Decidi levantar no domingo seguinte e correr a maratona. Por algum motivo achei que correr calçado iria diminuir a dificuldade da “peleja”. Lá fui, com uma sapatilha Hattori da Saucony. Já no inicio percebi que havia algo me incomodando, estava inquieto, eis que num breve percurso avistei minha esposa e filho, e “pinchei” fora a sapatilha. Lá fui feliz e satisfeito correr a maratona com os pés no chão e completar com muita alegria.

No início de 2017 resolvi comprar uma huaruache Luna Sandals, para os treinos noturnos. Porém, quando iniciei os treinos com a sandália, simplesmente não gostei, não achei que superava as que eu tinha feito anteriormente, e abandonei e voltei com os pés no chão. Até que um dia comprei um chinelo, no estilo havaiana com tiras atrás com o cômico nome de “Bad Boy”, paguei a bagatela de R$ 30, e hoje todos os treinos noturnos são feito com este equipamento “Hitech”.

Descobri também que meu filho de 7 anos pode me ensinar muito mais do que qualquer, revista, site ou profissional da área, sobre fisiologia do esporte, tenho subido em árvore, ficado de cócoras, pulado, saltado, e até mesmo uma simples brincadeira de marcha soldado, é muito mais coerente do que treinos funcionais.

As corridas deste ano iniciei com a Meia Maratona de São José dos Pinhais, logo após os 25Km de Curitiba, e a 1ª Etapa do Circuito de Curitiba, todas descalças, sem me preocupar com tempo, alimentação, treino, alongamento, roupa ou qualquer outra coisa que me tire a alegria de correr.

1ª Etapa do Circuito de Curitiba 2017

25k de Curitiba 2017

25k de Curitiba 2017
 


Maratona de Curitiba 2016

Meia de São José dos Pinhais 2017

domingo, 22 de janeiro de 2017

Corrida SB-BT-SF

Hoje fiz minha corrida particular.

Só eu nas ruas de Curitiba.

Perdi a chance de me inscrever na Corrida da Ponte então tive que correr em local mais próximo.

Algumas características:


  • Distância: aproximadamente 5 quilômetros. 5,1Km pelo relógio GPS. Passando por três bairros.  Sem grandes subidas ou descidas.
  • Sem aquecimento inicial. Aquecimento nos primeiros minutos.
  • Sem sprint final. 
  • Boca fechada ou, ao menos, inspiração só pelo nariz
  • Boa parte do tempo em calçadas. Saindo só quando necessário ou extremamente seguro.
  • Parando em cruzamentos.
  • Em jejum parcial (apenas café com nata e adoçante)


Tempo: 35:46. Ritmo: 7:01/Km.

Elevação: 67m (Strava).

Elevação no Garmin Connect:

  • Ganho de elevação: 54 m 
  • Perda de elevação: 48 m
  • Elevação mínima: 964 m
  • Elevação máxima: 990 m

Frequência cardíaca: média 138 bpm, máxima 180 bpm.

Cadência média: 163 ppm. Cadência máxima: 183 ppm. Tamanho médio do passo: 0,88 m.

Calçado: Inov-8 Road X-Treme 138. Meias Injinji.


Percurso

Gráfico do Strava


Gráfico do Garmin

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